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Brasil e Peru no pódio do QS 1000 Sunset Open no Havaí.

Brasil e Peru no pódio do QS 1000 Sunset Open no Havaí.

Bino Lopes. Foto: Heff – WSL

O brasileiro Bino Lopes e o peruano Miguel Tudela decidiram o título no primeiro desafio do ano válido pelo WSL Qualifying Series nas ondas do Havaí. Os dois fizeram boas baterias num dos palcos da Tríplice Coroa Havaiana, mas na final o jovem australiano Jack Robinson pegou as melhores ondas para vencer o QS 1000 Sunset Open. O havaiano Finn McGill liderava a bateria e terminou em segundo lugar, com Bino em terceiro e Miguel em quarto. Outra etapa foi encerrada domingo na Austrália e o indonesiano Oney Anwar ganhou a final do QS 1000 Flight Centre Burleigh Pro, com o australiano Kalani Ball na Gold Coast. O brasileiro Wesley Leite ficou em 13.o lugar e foi o melhor sul-americano nas ondas de Burleigh Heads.

No Havaí, o baiano Bino Lopes foi o segundo brasileiro a disputar o título nas cinco etapas do WSL Qualifying Series 2017, completadas no fim de semana. O primeiro foi o paranaense Peterson Crisanto, que venceu o QS 1500 SEAT Pro Netanya em Israel para liderar o ranking de acesso para o CT neste início de temporada. Bino é o segundo alternate para substituir os top-34 da elite esse ano. Ele ficou em 12.o no QS do ano passado e o ranking classificou até o 11.o colocado. O baiano largou na frente na final do Sunset Open, mas não conseguiu melhorar suas notas e Jack Robinson garantiu a vitória na onda que surfou no último minuto.

O australiano de apenas 19 anos de idade, somou a nota 6,75 da última onda com 7,60 da anterior para superar o também jovem Finn McGill por uma pequena vantagem de 14,35 a 14,25 pontos, das notas 7,15 e 7,10 do havaiano. Bino Lopes ficou em terceiro com 11,65 pontos, computando 5,40 e 6,25. Já o peruano Miguel Tudela não conseguiu achar as ondas e ficou em último com apenas 5,25 pontos.

PERNA AUSTRALIANA – Na Austrália, as ondas estavam bem menores do que em Sunset Beach, mas as baterias em Burleigh Heads foram mais eletrizantes, com os surfistas voando em aéreos sensacionais para arrancar as maiores notas do último dia. O indonesiano Oney Anwar brilhou em todas as baterias que disputou. Na final, conseguiu quatro notas no critério excelente do julgamento, atingindo 18,20 pontos com as 9,40 e 8,80 das duas melhores. O australiano Kalani Ball também surfou bem e totalizou 17,40 com a melhor apresentação da bateria, que valeu 9,65.

Miguel Tudela (Heff - WSL)
Miguel Tudela (Heff – WSL)

Foi a segunda final consecutiva que Kalani Ball perde nas duas provas da longa “perna australiana” do WSL Qualifying Series 2017. Mas, os bons resultados o levaram para o segundo lugar no ranking, neste início da batalha pelas dez vagas para a elite dos top-34 da World Surf League. O único sul-americano que chegou no domingo do Burleigh Pro no tradicional palco de abertura do CT na Austrália, foi o brasileiro Wesley Leite. Ele perdeu na primeira rodada do dia para o vice-campeão Kalani Ball e o também australiano Nick Callister, ficando em 13.o lugar.

PRÓXIMAS ETAPAS – Mais duas etapas do QS vão rolar simultaneamente no Havaí e na Austrália. Na ilha de Oahu, acontece a mais importante do ano até agora, o QS 3000 Volcom Pipe Pro em Banzai Pipeline, com participação de algumas estrelas do CT, como o atual campeão mundial John John Florence. O prazo começou em 29 de janeiro e vai até 11 de fevereiro no Havaí. E a “perna australiana” prossegue com o terceiro QS 1000 nesta semana, de 1.o a 5 de fevereiro, o Telstra Stores Tweed Coast Pro em Cabarita Beach. Na sequência, tem o Komunity Project Great Lakes Pro nos dias 7 a 11 em Boomerang Beach, também em New South Wales, antes do primeiro QS 6000 do ano, o Maitland and Port Stephens Toyota Pro, de 20 a 26 de fevereiro em Newcastle.

Mais notícias, resultados, vídeos, fotos e outras informações das primeiras provas do WSL Qualifying Series 2017 podem ser acessadas no www.worldsurfleague.com

Miguel Tudela, Jack Robinson, Finn McGill e Bino Lopes no podio do Sunset Open. (Heff - WSL)
Miguel Tudela, Jack Robinson, Finn McGill e Bino Lopes no podio do Sunset Open. (Heff – WSL)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL), antes denominada Association of Surfing Professionals (ASP), tem como objetivo celebrar o melhor surf do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Samsung Galaxy Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL já possui uma enorme legião de fãs apaixonados em todo o planeta que acompanha as performances dos melhores surfistas do mundo, como Gabriel Medina, John John Florence, Adriano de Souza, Kelly Slater, Stephanie Gilmore, Greg Long, Makua Rothman, Carissa Moore, entre outros, competindo no mais imprevisível e dinâmico campo de jogo entre todos os esportes no mundo, que é o mar.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com

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Por: Surf Today / Fonte: João Carvalho – WSL South America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com

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