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Em sua Coluna a Prof˚Cristiane França fala sobre as “Mães que Dominam as Ondas”

Em sua Coluna a Prof˚Cristiane França fala sobre as “Mães que Dominam as Ondas”

Muitas mulheres deixam os esportes de lado após ter filhos, claro, todos sabem que ser mãe demanda uma série de tarefas e funções, mas muitas vezes falta tempo e disposição.

Salvo as exceções, essas mães aqui são diferentes, pois além de dedicadas e cuidadosas com seus filhos são mães viciadas no surf. E isso só conta pontos a favor delas, pois além de manter a forma, ganhar resistência, melhorar a capacidade pulmonar, descansar a mente, melhorar a postura, pegar um bronze e melhorar a qualidade de vida, ganham ainda a admiração dos seus filhos que na maioria das vezes se sentem motivados pra surfar.

 “Ser mãe pra mim foi maravilhoso, poder surfar e levar o filhote junto é melhor ainda. É uma correria para sair de casa bem cedinho, chegando à praia meu marido e nós fazemos revezamento para surfar. Ser mãe surfista é estar com o filhote em todos os campeonatos e em todas as trips, escolher a melhor praia para que o pequeno fique bem o dia todo. Isso inclui uma praia com sombras de árvores uma ducha por perto e algum comércio na região. Com certeza ter a presença da família na areia faz a diferença tanto na competição quanto no free surf. Vê seu filho torcendo por você gritando seu nome não tem preço”.

Lívia Lopes, 30 anos, surfista profissional.

“O surf e a maternidade são duas experiências que me trouxeram muita alegria,e ao mesmo tempo foram um desafio. O surf, por que não morava perto do mar e era apaixonada pelo esporte desde pequena , quando tive a oportunidade de morar em uma cidade litorânea não perdi tempo, e logo me dediquei a aprender já com 21 anos, não foi nada fácil mas não desisti por que amo estar dentro da água, amo passear pela prancha, quero fazer isso para o resto da minha vida, definitivamente  me realiza, me alegra, e meu estilo de vida.  A maternidade por sua vez , me trouxe uma responsabilidade imensa em cuidar, amar, e educar um ser de luz que Deus me enviou,  sem duvida meu maior desafio, um amor inexplicável, tão grande que chega a doer. Hoje Maria Clara esta com 1 ano e 7 meses, é minha companheira de praia, adora a praia e o mar,  não pode ver pranchas que já vai subindo em cima, confesso que não vejo a hora de ter ela ao meu lado no outside  vai ser maravilhoso! Sou muito grata pela minha família e pela vida que tenho junto a natureza , posso dizer que dinheiro nenhum  pode pagar criar um filho com liberdade dentro da filosofia do surf!

 Indaiane Rocha, 29 anos comerciante e free surf. 

“Logo que comecei a surfar percebi que tinha mais ânimo e disposição para realizar as tarefas do dia a dia, como cuidar da casa, trabalhar e tal, até cuidar mais do Dani, meu filho ficou mais fácil. Aí pensei… se tá fazendo bem pra mim, vai fazer bem pro Dani também! Ele é super agitado e como não sabia nadar e tinha um pouco de medo da água, o coloquei na natação pra começar a se familiarizar com a água. E deu certo! Ele se empolgou tanto com a natação, que acabou se interessando pelo surf. Levei-o na escola do Zecão em Ubatuba e fiquei surpresa em ver como ele gostou de surfar, achei que ele foi super bem. Agora quero levar ele todo domingo para surfar comigo. Além de fazer muito bem para ele creio que toda criança deve praticar um esporte desde cedo, assim ganhei um super companheiro”!

 Rebecca Machado, free surf.

Depois que fiquei em pé pela primeira vez numa prancha decidi: “É isso o que eu quero fazer para o restante da vida” a partir daí procurei morar perto da praia e construir minha família. Amara, minha filha, está crescendo, e adora surfar, com certeza vai ser uma ótima companheira para as trips de surf, isso me deixa muito realizada.

Gimena Echegoyen, surfista e artesã. 

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Por: Cristiane França Cref. 084197-G/SP

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