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Sofia Mulanovich vence o QS 1000 de Ballito na África do Sul.

Sofia Mulanovich vence o QS 1000 de Ballito na África do Sul.

Philippa Anderson e Sofia Mulanovich (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

O QS 10000 Ballito Pro fechou a segunda fase na quarta-feira com mais três brasileiros avançando para a terceira rodada da primeira etapa com pontuação máxima do WSL Qualifying Series em 2018. Com a classificação do baiano Bino Lopes, o paulista Hizunomê Bettero e o paranaense Peterson Crisanto, o Brasil segue com quinze concorrentes ao título na África do Sul. Também na quarta-feira foi finalizada a etapa feminina do QS 1000 com vitória da peruana Sofia Mulanovich sobre a australiana Philippa Anderson.

Sofia Mulanovich (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

A campeã mundial de 2004 foi a única participante da América do Sul no Ballito Pro e venceu todas as cinco baterias que disputou em Willard Beach. Nas fases decisivas da quarta-feira, ela derrotou a japonesa Shino Matsuda, a havaiana Zoe McDougall e a surfista de Barbados, Chelsea Tuach, na disputa pelas duas últimas vagas para as semifinais. Depois, despachou a própria Shino Matsuda somando uma nota 7,50 no placar de 14,00 a 7,40 pontos na segunda classificatória para a final.

Na decisão do título, a experiente Sofia Mulanovich também surfou as melhores ondas que entraram na bateria para derrotar a australiana Philippa Anderson por 11,25 a 9,10 pontos. A peruana computou as notas 6,00 e 5,25 que recebeu nas duas primeiras ondas que completou em Willard Beach. A australiana só conseguiu 4,85 em sua melhor apresentação na final e Sofia Mulanovich voltou a comemorar uma vitória no Circuito Mundial no QS 1000 Ballito Pro.

QUINZE BRASILEIROS – Antes das meninas competirem, foram disputadas as quatro baterias restantes da segunda fase do QS 10000 masculino, todas com participação de surfistas da América do Sul. Na primeira do dia, o uruguaio Marco Giorgi foi barrado pelo japonês Kanoa Igarashi e pelo português Vasco Ribeiro, que tirou a maior nota do dia – 8,33 – logo na primeira onda que surfou na sua estreia na etapa sul-africana em Willard Beach.

Na disputa seguinte, o baiano Bino Lopes despachou o japonês Joh Azuchi e o francês Marc Lacomare para passar em segundo lugar na bateria vencida pelo australiano Connor O´Leary. As duas últimas tiveram participação dupla do Brasil, mas com apenas um se classificando. O potiguar Jadson André defendia a quinta posição no ranking e foi eliminado pelo francês Jorgann Couzinet na vitória do paulista Hizunomê Bettero. O paranaense Peterson Crisanto venceu a última, mas o americano Michael Dunphy impediu a dobradinha brasileira despachando o cearense top do CT, Michael Rodrigues.

Bino Lopes (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

TERCEIRA FASE – Com a combinação dos resultados, os três classificados na quarta-feira, Bino Lopes, Hizunomê Bettero e Peterson Crisanto, vão competir juntos na última bateria da terceira fase com o japonês Kanoa Igarashi. São quinze brasileiros entre os 48 surfistas que seguem na briga pelo título do primeiro QS 10000 do ano na África do Sul. Os primeiros a disputar vagas para a rodada classificatória para as oitavas de final são os paulistas Flavio Nakagima na segunda bateria e Wiggolly Dantas na terceira.

Depois, tem o paulista Marcos Correa na quinta e na sexta mais uma participação tripla de surfistas da América do Sul, com o vice-líder do ranking e recordista de pontos do Ballito Pro, Deivid Silva, o top do CT Jessé Mendes e o argentino Santiago Muniz, enfrentando o australiano Cooper Chapman. Na sétima bateria, o catarinense Yago Dora está sozinho com três competidores de outros países, antes de três seguidas com dois brasileiros em cada.

Hizunome Bettero (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Na oitava, o pernambucano Luel Felipe e o paulista Samuel Pupo disputam duas vagas para a quarta fase com o americano Evan Geiselman e o japonês Hiroto Ohhara. Na nona, entram o capixaba Krystian Kymerson e o catarinense Mateus Herdy com o francês Jeremy Flores e o sul-africano Matthew McGillivray. E na décima, o confronto será entre o pernambucano Ian Gouveia, o paulista Thiago Camarão, o americano Nat Young e o havaiano Barron Mamiya.

O QS 10000 Ballito Pro está sendo transmitido ao vivo da África do Sul pelo www.worldsurfleague.com

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

Peterson Crisanto (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensen, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

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Por: Surf Today / fonte: João Carvalho – WSL South America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com

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