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Três brasileiros já estão entre os 48 melhores em Sydney

Três brasileiros já estão entre os 48 melhores em Sydney

Manly Beach. Foto: Tom Bennett – WSL

 

O paulista Miguel Pupo, o catarinense Alejo Muniz e o carioca Lucas Silveira, foram os primeiros brasileiros a passar para a fase dos 48 melhores do QS 6000 Vissla Sydney Surf Pro na Austrália. Na terça-feira, foram disputadas duas rodadas do QS 6000 feminino e as seis primeiras baterias da segunda fase masculina. Entre as meninas, quatro sul-americanas competiram e apenas a peruana Melanie Giunta se classificou. Entre os homens, foram quatro brasileiros e o defensor do título desta etapa, Jessé Mendes, acabou eliminado em sua estreia na bateria vencida por Lucas Silveira.

No ano passado, o paulista Jessé Mendes foi finalista nas duas provas seguidas do QS 6000 na Austrália. Foi vice-campeão na decisão brasileira com o catarinense Yago Dora no Surfest Newcastle e ganhou o Vissla Sydney Surf Pro batendo o australiano Julian Wilson na final. Foram dois resultados importantes para ele ser o primeiro surfista a garantir vaga no CT 2018 pelo ranking do WSL Qualifying Series no ano passado. No entanto, o novo top da elite, desta vez, não conseguiu passar nenhuma bateria nem em Newcastle e nem em Sydney.

Jessé até começou bem em sua primeira defesa do título na terça-feira. Ele largou na frente com nota 6,33 em sua primeira onda, porém não conseguiu nenhuma outra boa para somar e terminou em terceiro lugar com 11,00 pontos. Já o carioca Lucas Silveira aproveitou bem as duas melhores ondas que surfou para vencer a bateria por 14,07 pontos com notas 7,50 e 6,57. O francês Marc Lacomare tirou a maior nota – 7,90 – e passou em segundo lugar com 13,67 pontos, enquanto o havaiano Elijah Gates ficou em último com 10,53.

Assim como Lucas Silveira, o paulista Miguel Pupo já havia estreado com vitória no confronto anterior. Ele surfou quatro ondas boas e computou as notas 7,50 e 7,67 das duas melhores para totalizar 15,17 pontos. Na briga pela segunda vaga, o australiano Reef Heazlewood atingiu 12,76 para despachar o marroquino Ramzi Boukhiam e o norte-americano Taylor Clark.

E na bateria que fechou a terça-feira de ótimas ondas de 3-4 pés em Manly Beach, o catarinense Alejo Muniz ganhou por pouco a disputa pelo segundo lugar na bateria vencida pelo sul-africano Matthew McGillivray. A vitória foi por exatos 13,00 pontos, contra 11,83 do brasileiro e 11,63 do costa-ricense Carlos Muñoz, eliminado junto com o japonês Joh Azuchi.

ENCONTRO DE LÍDERES – Matthew McGillivray começou a temporada 2018 na frente do ranking do WSL Qualifying Series com o título conquistado no QS 3000 de Israel. No entanto, o resultado do primeiro QS 6000 do ano na Austrália definiu novos líderes, com o primeiro lugar ficando para o campeão do Surfest Newcastle, Mikey Wright, na final com o havaiano Barron Mamiya. Os dois decidiram o título no domingo e já se enfrentaram na terça-feira em Sydney. Mikey Wright ganhou de novo, mas o vice-líder ficou em último, eliminado pelo sul-africano Beyrick de Vries.

O havaiano de apenas 17 anos de idade deve cair algumas posições no ranking com a derrota prematura na segunda fase do QS 6000 Vissla Sydney Surf Pro. Esta rodada de estreia dos 48 cabeças de chave mais bem ranqueados na World Surf League, vai continuar nesta quarta-feira com vinte brasileiros, um peruano e um uruguaio, disputando classificação para a fase dos 48 melhores. São tantos brasileiros que uma bateria ficou 100% verde-amarela, a décima, com os paulistas Wiggolly Dantas, Flavio Nakagima, Samuel Pupo e o cearense Heitor Alves.

Este será o quarto confronto a entrar no mar na quarta-feira e os três primeiros terão participação dupla do Brasil. Na primeira do dia, o potiguar Jadson André, que foi até as quartas de final do QS 6000 de Newcastle e ocupa a 12.a posição no ranking que classifica dez surfistas para o CT, compete junto com capixaba Rafael Teixeira. Na segunda, entram o paulista Hizunomê Bettero e o catarinense Mateus Herdy e na seguinte estreia o cearense da elite do CT, Michael Rodrigues, com o paulista Thiago Guimarães que veio da primeira fase.

QS 6000 FEMININO – No QS 6000 Sydney Women´s Surf Pro, as duas cabeças de chave da América do Sul também não estrearam ainda em Manly Beach, pois elas só entram na terceira fase da competição. Na terça-feira, foram realizadas as duas primeiras para definir as adversárias das participantes mais bem ranqueadas na WSL. A top da elite do CT, Silvana Lima, vai fazer sua primeira apresentação na décima bateria, contra a australiana Claire Bevilacqua, a japonesa Mahina Maeda e a neozelandesa Ella Williams.

A equatoriana Dominic Barona estreia no confronto anterior, com a havaiana Malia Manuel e as australianas Kirra-Belle Olsson e Stephanie Single. E a outra é a peruana Melanie Giunta, única sul-americana a se classificar na terça-feira em Manly Beach. Ela despachou a japonesa Minori Kawai e a australiana Tarnea O´Meara na bateria vencida pela havaiana Bailey Nagy. A peruana completou a sétima bateria da terceira fase e suas próximas adversárias em Sydney serão a norte-americana Sage Erickson, a australiana Sophia Chapman e a espanhola Garazi Sanchez Ortun.

As outras três sul-americanas que competiram na terça-feira foram eliminadas logo em suas estreias no QS 6000 Sydney Women´s Surf Pro. A jovem catarinense Tainá Hinckel, de apenas 14 anos de idade, que tinha passado várias baterias no Surfest Newcastle, foi barrada no primeiro confronto feminino em Manly Beach, pela australiana India Robinson e a havaiana Savanna Stone. Também na primeira fase ficou a argentina Lucia Cosoleto, na bateria que classificou a australiana Piper Harrison e a americana Alyssa Spencer. E outra argentina, Josefina Ané, perdeu na segunda fase para a havaiana Summer Macedo e a portuguesa Carol Henrique.

Acompanhe a transmissão ao vivo das etapas do QS 6000 masculina e feminina do Vissla Sydney Surf Pro ao vivo de Sydney na Austrália pelo www.worldsurfleague.com

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensen, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

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Por: Surf Today / fonte: João Carvalho – WSL South America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com

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